sexta-feira, 25 de março de 2011

It's so hard

O amanhã é como um espinho dentro de mim.
Só em pensar que amanhã terei que fazer coisas que eu odeio já dói. Tudo que eu odeio eu tenho que amar, mas eu não amo.





E agora?

terça-feira, 22 de março de 2011


Eu me acho e me perco lá.

quarta-feira, 9 de março de 2011

play with me.

Apesar de seu rosto mostrar uma coisa, eu podia ver a doçura e a calma em seus olhos.
Vi que me notou.
Viu que eu vi que te notei.

Então me leve para longe...
Bem longe daqui.

Um lugar meu...e seu...Nosso.

Ou talvez queira brincar, ai sim. Eu adoro!

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

he and you

Existem três "ele" e "você" .
Um é o 'ele' que eu amo.
Outro 'ele' é o que eu gosto.
E outro 'ele' é o que eu odeio.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

shadow

Ele vinha...parecia uma sombra, e só o que o iluminava era a luz da lua, e dava pra ver seu corpo definido, seu cabelo meio encaracolado, meio liso, e o sorriso grande com dentes pequenos que me derretia.
Me fazia sentir algo diferente que eu não tinha sentido antes. Estranhamente bom.

sábado, 5 de fevereiro de 2011

It's your decision

Decisões foram tomadas e eu não voltarei atrás.

Não posso mais ser uma criança de dez anos, tenho que começar a fazer minhas próprias escolhas e arcar com elas da forma mais adulta possível. Tenho que parar de escolher o que eu quero, e sim o que preciso. Tenho que pensar mais no amanhã e fazer o de hoje.
Esse ano vai ser de mudanças pra mim, e para o meu estilo de vida, descobri o que realmente amo, o que realmente sou, em quem acredito e em quem confio.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Sunday


Sinto tanta falta dos domingos, aqueles que cheiravam a caju (mesmo não gostando de caju) e a comida de gato. Daqueles dias que eu parava para ouvir o canto dos pássaros, olhar as flores. Aqueles dias em que eu e meus primos comíamos carambola.
Sinto tanta falta da grama, e do pé de goiaba que eu costumava me pendurar, sinto do "corredor mal assombrado", da TV a cabo, sinto falta dos aniversários surpresa que todo ano me faziam e eu nunca desconfiava, das brigas com minha prima.
Sinto falta também, de me vestir como a minha avó e fazer desfile pela casa. Sinto falta de brincar de esconde-esconde e sempre me esconder dentro do armário.
Sinto falta dos almoços, das sobremesas, do cheiro, da coceira da grama...